20260816

            Crato, 16 de agosto de 2026. (Domingo)








            Olá leitores.




            Tive um fim de semana diversificado. Apesar de já ter contado algo da semana no último texto, estou pensando em uma semana atrás.

            Domingo passado minha mãe estava acompanhando, velando a gata Estrela. Depois eu fiquei. Eu realmente precisei manter velas acesas. Achei mais adequado do que apontar lanterna para ela. Eu esperava que ela não amanhecesse viva. Mas ela amanheceu. Só morreu às onze da manhã de segunda. Meu orientador, que está sendo professor curricular de minha turma esse semestre, avisou que não ia poder ministrar aula. Não foi exatamente um alívio. A segunda foi pesada com ou sem aula.

        Na terça tive ginástica dois com o quinto semestre. Foi só apresentação da disciplina. De tarde teve bases didático-metodológicas com meu orientador. À noite fui para o judô, mas fiquei só olhando.

        Na quarta aproveitei a manhã livre para digitar um texto para o blog. À tarde fui para aula de inclusão no quarto semestre. É uma metodologia também, mesmo que não tenha isso descrito no nome. Mas vamos trabalhar em escolas como em outras quatro disciplinas do semestre. A sala do quarto semestre de pedagogia onde temos aulas por motivos históricos é apertada. O antigo quarto semestre, que hoje é quinto, sempre que possível assistia aula na sala do quinto, que tem tamanho normal. Mas eu não estava encostado em pessoas hostis. Não foi realmente ruim.

        Como já contei no texto passado, depois dessa aula fui à missa, depois fiz barras australianas e depois jantei. Quando cheguei no meu computador, acrescentei post scriptums e publiquei o texto.

        Quinta de manhã teve ginástica dois de novo. A professora ficou explicando que íamos testar um plano de aula. E para isso íamos ficar medindo os batimentos por minuto durante o teste. Comentou de um homem que batia o coração uma vez por minuto. Perguntou se tínhamos ouvido falar. Eu disse que só tinha ouvido falar de Dohko de Libra. O povo do primeiro semestre apareceu perguntando que hora a professora ia terminar a aula. Ela ficou incomodada e prometeu terminar a teoria vinte minutos antes. Eu fiquei incomodado que ia ser vinte minutos a mais de prática. Mas depois mais alunos do primeiro semestre vieram buscar cadeiras para levar para a outra sala. Nossa faculdade, ou seja, o ginásio, só tem duas salas de aula. Essa professora, quando não tem sala de aula, ministra aula em qualquer canto. Mas sair no meio aí é bagunça demais. Enfim, saímos dez horas, que era o combinado. Minha turma do terceiro semestre não tem o hábito de assistir aula de outros semestres, mas havia meia dúzia deles de plateia. O teste foi pesadíssimo. Um colega passou mal. Eu tive o bom senso de não fazer a parte mais difícil. No fim, os cálculos de batimentos eram mais importantes que a aula em si.

        De tarde o professor que mandou os alunos do primeiro semestre incomodar a aula do quinto ministrou aula de aprendizado motor. A única que não é metodologia das que eu me matriculei esse semestre. Foi no terceiro mesmo. Mais da metade da turma estava de uniforme, inclusive eu. O professor comentou isso. Não foi combinado. De noite teve exame de faixa teórico. Eu saí bem cedo.

        Na sexta teve uma aula curta de handebol pela manhã, só avisos. De tarde teve jogos e brincadeiras. Saímos brincando de pega-pega no Campus. Com isso, essa semana tive realmente aula com os seis professores.

        No sábado eu fui de ônibus grátis para o Centro Cultural. Uma fofoqueira ficou inquirindo uma criança de por que o homem com ela não parecia com ela. A criança disse ter seis anos e ser adotada.

    Tem muita gente no meio da rua merecendo levar uma surra grande. O vício em fofoca faz as pessoas perderem a noção do ridículo.

        Eu dei uma olhada na periferia que se diz centro pensando em aulas. Nunca tinha feito isso. Notei que a terra sob a grama é extremamente dura. O campo de society é igualmente duro. As duas quadras de vôlei de areia são bem macias, mas estavam pegando fogo naquele horário.

        Eu estava muito cansado da aula de ginástica dois, só fiz duas barras australianas. Depois peguei o ônibus e voltei para casa.

        Terminei indo fazer compras, o cartão não foi aceito. Acessei a internet para ver qual era o problema, não tinha problema nenhum. Fiz compras, só que menos, em outro lugar e deu certo normalmente. Isso me cansou um bocado.

        Por causa desses cansaços no sábado eu assisti TV sem cavar nada. Indo sem escolher muito. Mesmo no YouTube eu só assistia o que estava passando ao vivo. Nisso vi brasileiros ganhando medalha de ouro no judô e ginástica rítmica. Escutei o hino brasileiro duas vezes. Assisti pouco NHK no sábado. Sem cabeça para inglês. Assisti uns cinco minutos do canal olímpico, estavam passando a ginástica artística masculina de Tóquio 2020. Com um logo: "maratona 48 horas." Eu fui embora logo. Liguei na Pluto TV. Tava passando: "Por uns dólares a mais." Dublado, com propaganda, e já tinha passado quarenta minutos. Assisti no computador por um tempo. Depois terminei de assistir no telefone. É um filme muito bom, mas com direitos autorais diluídos. Então tem no YouTube e ninguém derruba. Eu, depois de assistir até o final, assisti os quarenta minutos que tinha perdido. Fazia muito tempo que não assistia um filme completo.

        Também ontem minha mãe estava ouvindo: "Era um garoto que como eu..." Ela me disse que a música é sobre um brasileiro. Eu fui conversar com o ChatGPT sobre o assunto, e ele disse que minha mãe tinha razão. Eu disse que era uma localização de uma música em inglês. Ele disse que essa música era italiana. Eu pela primeira vez assisti à versão original e fiquei emocionado. A interpretação original é absurda. Ele não diz que da sua guitarra se separou. Diz que ele me deu a guitarra dele. Por exemplo. Mas não é só isso. A música é maravilhosa, ainda mais para alguém como eu que não gosta de guerra. Guerra é a coisa que eu mais estudo nessa vida, mas não é por gostar. É o extremo oposto. Coloquei na minha lista de músicas grátis, junto com NewJeans, um pouco de Soojin e Fly Away.

        Fly Away é uma música que toca nas partidas do meu time de Hockey. Que jogou apenas trinta partidas em toda sua história. Das quais assisti quinze ao vivo e treze gravadas. Só faltam duas para ter assistido a todas as partidas da história do meu time!

        Hoje fui à missa. E agora estou aqui digitando e comendo. Me despedindo antes de começar uma nova dieta. Mas dessa vez vou mais devagar. Ainda não escolhi data para tentar lutar de novo. Meus colegas de time do Dojo Solo, em uma pequena delegação, garantiram medalhas esse fim de semana. Judô. O povo às vezes esquece que eu luto judô. Normal, com tanto esporte diferente que eu falo sobre.




            Até.



Pix: diegosergioadv@gmail.com





Quadriga 




Represento a Dojo Solo

Pratico judô e sou atualmente 2º kyu (faixa roxa). 
Para conseguir a faixa preta, vou ter que desembolsar uma grande quantia em dinheiro. De fevereiro a agosto do ano que vem, algo em torno de dois mil e quinhentos reais.  

Treino na Formas Fit.
A mensalidade das aulas de judô custa setenta reais.
Estou treinando para competir em dois eventos antes de novembro, um 3 de outubro e ainda não escolhi a data do outro.

Curso Educação Física na URCA.
       Estou planejando um projeto de judô inclusivo chamado Judô no Escuro. Pretendo ir contando mais com o passar do tempo.

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