20260216
Crato, 16 de fevereiro de 2026. (segunda)
Olá, leitores.
São dez e quinze da noite, e o Carnaval está rolando lá na REFSA. Dá para ouvir daqui. Eu não odeio Carnaval, mas estou precisando descansar. A falta de alimento também torna a possibilidade de ir a um show desses mais difícil. Mas isso já se resolveu, graças a Deus. Tudo indica que vou sobreviver aos cinco dias de Restaurante Universitário fechado.
Antes de contar como foi meu dia, vou seguir por esse assunto meio agridoce. Eu estou no meu melhor momento como lutador. Estou conseguindo lutar bem com os colegas mais jovens e estou com vontade de competir. Claro que, para isso, eu preciso pagar as despesas da última viagem para o Piauí, que ainda não foram completamente quitadas e cuja prestação vence na quarta-feira.
Mas, partindo do pressuposto de que eu vou conseguir pagar isso, já estou pensando na próxima viagem e vou dividir meus pensamentos com vocês.
A próxima viagem que eu gostaria de fazer seria para Iguatu. Meu irmão vai interpretar Jesus no Auto da Paixão de Cristo pela segunda vez, e uma atriz profissional daqui do Cariri vai interpretar Maria. Isso vai acontecer em Iguatu.
Minha equipe de judô, que tem a maioria dos associados adultos em Iguatu, costuma treinar aos sábados. Eu poderia aproveitar para treinar com eles e depois assistir à peça. Mas não sei, por enquanto são apenas ideias.
Isso seria no Sábado de Aleluia, dia 4 de abril.
Outra viagem que eu gostaria de fazer seria para Palhano, no dia 2 de maio. Vai ter um campeonato de equipes que será disputado numa regra que eu chamo de regra The King of Fighters. Essa está bem difícil, mas não desisti ainda.
Em 18 de julho está marcada uma etapa do Cearense, em local indeterminado. Dependendo de onde for esse local, talvez eu vá.
Em 3 de outubro está marcada a Copa Samurai em Juazeiro do Norte. Essa é mais perto e menos difícil de participar.
Cotidiano.
Hoje eu publiquei e divulguei um texto pela manhã. Depois fui jogar videogame. Não jogava Street Fighter desde as férias. Mas, quando eu estava jogando, minha mãe me chamou. Ela ia receber a visita de um amigo padre e da irmã dele. Mesmo tendo que fazer sala para essas importantes visitas, não deixei de assistir às semifinais do hóquei no gelo feminino.
Na hora em que o padre chegou, eu pausei, mas depois continuei assistindo.
Quinta-feira tem a disputa do bronze e do ouro, no mesmo dia em que eu tenho aula de atletismo, política e judô. Mas hoje foi bom demais assistir a esses jogos. Eu até gastei minha alegria, como acontece quando eu luto judô. Agora estou apático, com aquela sensação de que tive um dia muito bom. A visita do padre também contribuiu para isso.
Dei mais uma olhadinha nas coisas do time que eu escolhi torcer: o Vancouver GoldenEyes. O uniforme é pensado para você replicar. Replicar não é a mesma coisa que piratear. Ele tem o símbolo da liga em três lugares, e a liga provavelmente acharia bom se você o colocasse numa roupa sua, mas eu não pretendo fazer isso. A roupa não tem o escudo do time, só tem o nome Vancouver. Dá para fazer uma versão com tecido mais fino sem perder a estética retrô. Mas é claro que eu não vou fazer esse uniforme nem tão cedo. Tanta coisa para pagar, tanto uniforme mais urgente para comprar. Mas ficou a vontade.
Até.
Pix: diegosergioadv@gmail.com



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