20250118

         Crato, 18 de janeiro de 2026. (Domingo.)








        Acabaram de abrir uma equipe nova em Juazeiro do Norte. A equipe dos Dragões Azuis. Espero que alguns desses dragões apareçam no Piauí e que eu consiga ir também ter com eles.
Inclusive, quem quiser me ajudar nessa pequena jornada.



            Pix: diegosergioadv@gmail.com




    Estou com a palavra jornada na cabeça por causa do Sigma, que fala: “Ready for your last journey?”

    Passei a tarde toda lendo um livro em japonês. Graças ao meu telefone novo, que tem uma câmera muito decente. Eu uso a câmera do telefone para traduzir; não sei ler japonês ainda. Com meu novo celular, eu deixo três softwares abertos e vou alternando entre eles. E isso não deixa ele mais lento. Parece um sonho!

    Obrigado, mãe!

    Saiu a data do que seria minha primeira luta do ano: 7 de fevereiro. Para eu ir, só preciso de uns 500 reais, que eu obviamente não tenho. Se a equipe arranjar um meio menos oneroso de ir, as chances aumentam. Mas está difícil. O campo de treino no próximo sábado, em Caldeirão Grande, Piauí, já é uma viagem mais provável de dar certo. Menos longe e menos cara.

        Fui à missa agora há pouco, na Sé Catedral.

        O Vasco estava jogando antes da missa; foi tão rápido que, quando acabou a missa, o jogo ainda não tinha acabado. O Vasco conseguiu empatar com um time pequeno.

        Eu estava estudando moda esses dias. Percebi que a roupa mais legal que existe é a camisa de time. E a segunda é o blazer. Minha única camisa de time é a da minha turma da faculdade, patrocinada por meu irmão, Professor Xavier. Blazer não tenho nenhum.
O blazer é uma peça que serve tanto para advogar quanto para ensinar Educação Física. Já o paletó só serve para advogar. Tenho um paletó, mas é uma peça bem menos versátil.

        Férias é um tempo engraçado. Essa que é antes do carnaval, mais ainda. Parece que o povo está esperando o carnaval passar para poder se alertar. Mas, pelo menos, está servindo para eu organizar minhas ideias.
Por exemplo: durante todo o ano eu não sabia eleger meus esportes favoritos. Mas essa semana organizei isso, e são três.



        Meu esporte favorito para praticar:




        Judô. Que não é só esporte, mas é esporte também, figura como meu esporte de prática favorito. Já sobre assistir, tem sido cada dia mais difícil. A federação húngara tem me irritado bastante. Para quem não sabe, a federação principal do judô fica na Hungria, não no Japão. A Hungria é um país com índices de honestidade que rivalizam com os brasileiros.
        Para assistir judô, apesar do meu ranço por lutas recentes, esses dias assisti a algumas lutas de dez anos atrás. As regras eram diferentes? Sim. Mas quem se importa com regras atualizadas? Eu certamente não. Não sou árbitro. E eu termino sabendo as novidades das regras porque meus colegas judocas não falam de outra coisa. Não tenho com o que me preocupar.



        Meu esporte favorito para ensinar:




        Não que eu tenha tido essa oportunidade ainda. Mas, desde que comecei a cursar Educação Física, o que tem me chamado mais atenção é o heptathlon. Eu prefiro escrever assim, em grego. É uma prova que reúne sete, todas de atletismo. Nos Jogos Olímpicos, é disputado apenas por mulheres.
        Meu interesse vem do meu desprezo pela especialização infantil, que é proibir crianças de praticar vários esportes para se dedicar só a um. Mas eu nunca pensei que meu interesse por isso fosse me ajudar a ganhar uma medalha de ouro no arremesso de peso, que é uma das sete provas do heptathlon, mas foi o que terminou acontecendo.
        Espero ainda ter muito o que falar dessa modalidade. Ela tem um componente de matemática muito legal. A atleta tenta atingir uma certa marca para conseguir mil pontos; essa lógica pode ser aproveitada para muitas atividades. Eu gosto de estudar outras provas múltiplas, como o biathlon, mas ensinar biathlon no Brasil é difícil. Falta a neve.




            Meu esporte favorito para assistir:




            Esse é recente, mas por um motivo curioso. Há um tempo atrás eu fiz uma certa amizade com uma moça que nasceu em Hong Kong e mora em Edmonton. Eu sempre tive curiosidade por hóquei no gelo, mas, a partir dessa moça, eu comecei a ler sobre Edmonton e decidi torcer pelo time de lá.
            Só teve um problema: eu ia ver os vídeos e não conseguia enxergar o disco de jeito nenhum. Isso atrapalhou muito.
Mas, no final do ano passado, eu contei isso para o Chat não sei o quê PT, e ele disse que eu tinha que olhar o que os jogadores estavam fazendo, não o disco. Depois que segui essa dica, comecei a enxergar o disco.

            Hóquei no gelo virou, de repente, meu esporte favorito de assistir. E houve uma consequência: depois de assistir a um jogo tão rápido, o futebol ficou lento. Aí eu, recentemente, comecei a assistir jogos de futebol em velocidade dobrada. O que me permitiu voltar a assistir aos jogos do Vasco. Não sei se foi uma coisa tão boa assim, então.




            Ritmo.




        Gente, minhas férias estão assim, lentinhas. Se der certo, daqui a seis dias vou estar embarcando para o Piauí.




            Até.




        Pix: diegosergioadv@gmail.com

     


           

Quadriga 




Represento a Dojô Solo

Pratico judô e  sou atualmente 2º kyu (faixa roxa). 
Dividi a taxa de exame em três vezes no cartão. 
Treino na Formas Fit
A mensalidade das aulas de judô custa setenta reais.
Estou treinando para lutar no primeiro campeonato do ano;

A Seletiva para os Brasileiros de 2026. 
Antes pretendo participar de um Campo de treinamento ou Retiro de Calor (Shotyu Geiko)
Nos dias 24 e 25 de Janeiro em Caldeirão Grande Piauí 
Curso Educação Física na URCA.
        Estou planejando um projeto de judô inclusivo chamado Judô no Escuro. Pretendo ir contando mais com o passar do tempo.

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